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terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Desenho Industrial: a Arte de Projetar Produtos
Segundo a definição dada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI, o desenho industrial é a “forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto”. Assim, o desenhista industrial ou designer é o profissional responsável pela concepção de um produto, objeto, ou ainda, de uma marca.
O designer é um profissional criativo. Seu trabalho é usar a originalidade para desenvolver produtos funcionais e que agradem o consumidor tanto pelo seu valor estético quando pela sua utilidade e facilidade de uso.
Atualmente as empresas contam com o designer industrial como um diferencial competitivo, capaz de proporcionar uma identidade para a empresa.
Formação
O profissional formado em desenho industrial pode optar por duas áreas de especialização: projeto de produto e programação visual. O primeiro tem seu foco no desenvolvimento de conceitos relacionados ao produto, desenvolvimento de protótipos, análise de materiais e projeto. O segundo é voltado para a produção gráfica, criação de desenhos, logotipos, páginas na internet, embalagens e trabalhos com imagens e cores.
No Brasil temos 56 cursos superiores de desenho industrial reconhecidos pelo MEC e a maioria é na região sudeste (35). O curso tem duração de 4 anos e aborda disciplinas de linguagem, história e história da arte, ciências sociais, desenho técnico, ergonomia, projeto e fabricação, fotografia, matemática aplicada, e outras matérias relacionadas de acordo com a instituição. Além é claro, de oficinas onde o aluno poderá praticar algumas técnicas.
Desenhando
O profissional que opta pela carreira de designer industrial deve ter criatividade e um bom senso estético. Não necessariamente ele deve saber desenhar, mas durante o curso e dependendo de qual área ele decide trabalhar a habilidade será muito importante.
O desenhista industrial poderá trabalhar em qualquer local onde seja necessário desenvolver produtos. Ou seja, praticamente em qualquer lugar. Seja na indústria ou em empresas do ramo de serviços o desenhista industrial pode desenvolver programas de design, administrar departamentos de design em empresas, criar logotipos, marcas, embalagens, anúncios, vinhetas e todo tipo de material publicitário, além é claro de desenvolver produtos desde o projeto até a escolha dos materiais. Outro campo onde o designer industrial pode atuar é na criação de websites (ou web design) que é uma área que vem ganhando cada vez mais destaque com a popularização acesso a internet.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Rochas inteligentes vão impedir que pontes caiam
Em primeiro plano, protótipo de uma rocha inteligente passiva. Ao
fundo, uma rocha inteligente já pronta para uso, recoberta com cimento - ela
pesa cerca de 25 quilogramas.[Imagem: MST]
Monitoramento de erosão
Elas não são exatamente "tijolos inteligentes", mas o conceito é o mesmo.
A ideia é embutir sensores para o monitoramento das obras civis nos próprios materiais usados nas construções.
Para o monitoramento de pontes, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram o que eles chamam de "rochas inteligentes".
As estruturas, de formato esférico, foram projetadas para serem despejadas nas fundações das pontes e no leito dos rios ao redor da construção.
Uma das principais causas de colapsos de pontes é um processo de erosão onde o fluxo da água leva embora o solo do leito do rio, criando buracos ao redor dos pilares.
As rochas inteligentes são redondas justamente para rolar para o interior dessas fossas que se formam ao redor dos pilares, informando continuamente aos engenheiros a sua profundidade, o maior indicador de risco para a estrutura da ponte.
"É um conceito simples, mas muito útil. As rochas inteligentes seguem o rastro da progressão da erosão - conforme ela se aprofunda, as rochas também mergulham mais e mais para o fundo," explica o professor Genda Chen, que desenvolveu o projeto com seus colegas David Pommerenke e Rosa Zheng.

Rochas ativas e passivas
O grupo está testando três abordagens para as rochas inteligentes: passivas, ativas e semiativas.
As rochas inteligentes passivas levam um ímã que pode ser lido por um magnetômetro remoto, permitindo uma medição de profundidade.
As rochas inteligentes ativas possuem uma completa eletrônica embarcada, incluindo sensor de pressão, giroscópio, temporizador, indicador de bateria e identificador individual, transmitindo dados através de comunicação sem fios.
As rochas inteligentes semiativas incluem um ímã de rotação livre, que pode ser controlado com circuitos eletrônicos apropriados.
Para suportar os rigores do ambiente, todas são recobertas com uma camada de cimento.
Os pesquisadores agora estão se preparando para retirar do rio os primeiros protótipos que eles lançaram ao redor de duas pontes e ver como a estrutura se comportou e qual será a estimativa de sua vida útil.
No caso das rochas inteligentes ativas, suas baterias duram até 10 anos.
Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br
Monitoramento de erosão
Elas não são exatamente "tijolos inteligentes", mas o conceito é o mesmo.
A ideia é embutir sensores para o monitoramento das obras civis nos próprios materiais usados nas construções.
Para o monitoramento de pontes, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram o que eles chamam de "rochas inteligentes".
As estruturas, de formato esférico, foram projetadas para serem despejadas nas fundações das pontes e no leito dos rios ao redor da construção.
Uma das principais causas de colapsos de pontes é um processo de erosão onde o fluxo da água leva embora o solo do leito do rio, criando buracos ao redor dos pilares.
As rochas inteligentes são redondas justamente para rolar para o interior dessas fossas que se formam ao redor dos pilares, informando continuamente aos engenheiros a sua profundidade, o maior indicador de risco para a estrutura da ponte.
"É um conceito simples, mas muito útil. As rochas inteligentes seguem o rastro da progressão da erosão - conforme ela se aprofunda, as rochas também mergulham mais e mais para o fundo," explica o professor Genda Chen, que desenvolveu o projeto com seus colegas David Pommerenke e Rosa Zheng.

Esquema de utilização das rochas inteligentes para monitoramento da
estrutura de pontes. [Imagem: Genda Chen]
Rochas ativas e passivas
O grupo está testando três abordagens para as rochas inteligentes: passivas, ativas e semiativas.
As rochas inteligentes passivas levam um ímã que pode ser lido por um magnetômetro remoto, permitindo uma medição de profundidade.
As rochas inteligentes ativas possuem uma completa eletrônica embarcada, incluindo sensor de pressão, giroscópio, temporizador, indicador de bateria e identificador individual, transmitindo dados através de comunicação sem fios.
As rochas inteligentes semiativas incluem um ímã de rotação livre, que pode ser controlado com circuitos eletrônicos apropriados.
Para suportar os rigores do ambiente, todas são recobertas com uma camada de cimento.
Os pesquisadores agora estão se preparando para retirar do rio os primeiros protótipos que eles lançaram ao redor de duas pontes e ver como a estrutura se comportou e qual será a estimativa de sua vida útil.
No caso das rochas inteligentes ativas, suas baterias duram até 10 anos.
Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br
domingo, 7 de dezembro de 2014
Maior Usina Solar em Cobertura dos Estados Unidos é Instalada em Las Vegas!!!
Resort da MGM recebeu Painéis Fotovoltaicos que cobrem uma Àrea de Oito Hectares!!!
A MGM Resorts International, localizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, concluiu as obras de instalação da maior usina solar em cobertura do país, e segunda maior do mundo. Implantados em cima do Mandalay Bay Resort and Casino, os painéis fotovoltaicos cobrem uma área de oito hectares e possuem capacidade instalada de 6,4 megawatts (MW).
Fonte: Revista téchne
Engenharia Civil e Arquitetura: Semelhanças, Diferenças e um Pouco mais Sobre a Dupla Formação!!!
Por, muitas vezes, arquitetos e engenheiros civis desenvolverem atividades parecidas e relacionadas, muitos ainda têm dúvidas sobre qual a função específica de cada um. De fato, professores de ambos os cursos apontam que as duas profissões são complementares e igualmente importantes numa obra.
Arquitetura e Engenharia podem se encontrar em diversas áreas, mas é na Construção Civil que tal contato requer maior cumplicidade. Geralmente, o arquiteto é contratado para elaborar a planta, ou seja, planejar a utilização do espaço na construção, embasado não só na racionalidade, mas também em preceitos estéticos e artísticos. Já, ao engenheiro civil cabe a parte técnica da obra: executar o projeto arquitetônico, por ter base para calcular a distribuição das cargas ou para projetar as instalações hidráulicas, por exemplo. O engenheiro também é responsável por projetos complementares, como o estrutural.
A rixa entre esses dois tipos de profissionais é histórica, mas, principalmente nas grandes obras, arquitetos e engenheiros trabalham em conjunto. As profissões chegam a se mesclar nas pequenas obras, já que engenheiros podem assinar projetos arquitetônicos e arquitetos podem até gerenciar obras de pequeno porte. Isso faz com que o número de engenheiros que posteriormente buscam uma graduação também em arquitetura e vice-versa seja muito grande. Engenheiros-arquitetos evidenciam uma melhor qualidade de projetos a partir da dupla formação.
Havia uma única entidade que regulava todas as atividades profissionais de ambas as profissões, o CREA: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. No entanto, a criação do CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo foi aprovada, o que pode provocar separação maior entre as duas profissões.
Nas universidades, as grades curriculares dos dois cursos tendem a ser bastante diferentes. Os estudantes de Civil têm uma formação mais técnica, mais sólida em ciências exatas, como matemática e física. Engenheiros precisam ter uma base bem profunda de cálculo, projetos estruturais, hidráulicos, elétricos, etc. Já os graduandos de Arquitetura focam em disciplinas como história da arte, conforto ambiental, desenho, projeto arquitetônico.
Ainda assim, Engenharia Civil é um dos cursos com mais ampla área de atuação no mercado. Se a Construção Civil representa o auge da união entre arquitetos e em engenheiros, estes podem ainda, trabalhar na área de saneamento, de transportes ou até na de geotecnia, por exemplo. Já os arquitetos têm como área de atuação mais específica as restaurações, o paisagismo e o design de interiores.
Seguindo a tendência de aproximar os dois cursos, universidades como a USP, Universidade de São Paulo, já adotaram um programa de dupla formação. Quem opta pelo programa conclui sua formação em sete anos: cinco na faculdade de origem (ou Engenharia Civil ou Arquitetura) e mais dois anos para que os engenheiros incorporem à sua graduação a ideia de projeto arquitetônico, de estética, de humanidades, de história da arte e de urbanismo, e para que os arquitetos tenham contato com os processos construtivos, a tecnologia dos materiais, as ferramentas de trabalho, entre outros conceitos mais técnicos.
Os professores do programa evidenciam que além de saírem com uma graduação mais completa, seus alunos quebram a separação histórica dos dois cursos. A iniciativa visa maior harmonia nas obras e promete um verdadeiro salto na qualidade dos projetos. Vale ressaltar que em seus primeiros anos o projeto atraia mais estudantes de Arquitetura do que os de Engenharia Civil, pela dificuldade de seu próprio curso, mas que o projeto se mostra mais estável e eficaz com o tempo.
Fonte: Gazeta do Povo
Construção Sustentável
A construção sustentável é um conceito que denomina um conjunto de práticas adotadas antes, durante e após os trabalhos de construção com o intuito de obter uma edificação que não agrida o meio ambiente, com melhor conforto térmico sem a necessidade (ou com necessidade reduzida) de consumo de energia e que melhore a qualidade de vida dos seus moradores/usuários, além de utilizar materiais e técnicas que garantam uma maior eficiência energética.
Há outro termo que costuma ser confundido com “construção sustentável”, é a “construção ecológica”. Embora na prática os dois termos acabem sendo usados da mesma forma, o primeiro refere-se a uma prática mais comum no meio urbano e que visa à utilização de tecnologias que permitem a sustentabilidade da construção. Já o segundo está relacionado a técnicas de construção que utilizam materiais encontrados no próprio local da construção e propõe a menor interferência possível na paisagem. Assim, podem ser consideradas construções ecológicas as casas dos esquimós, feitas de gelo (um material encontrado no próprio local) e que praticamente se confunde com a paisagem. Mas este é um tema que abordaremos em outro artigo...
* o planejamento da obra de forma sustentável;
* o aproveitamento dos recursos naturais disponíveis (ventilação e luminosidade naturais, por exemplo, ao invés de ar condicionado e iluminação artificial durante o dia);
* eficiência energética;
* gestão e economia de água;
* gestão de resíduos;
* qualidade do ar e ambiente interior;
* conforto térmico e acústico;
* uso racional dos materiais;
* uso de tecnologias e produtos que não agridam o meio ambiente.
* o aproveitamento dos recursos naturais disponíveis (ventilação e luminosidade naturais, por exemplo, ao invés de ar condicionado e iluminação artificial durante o dia);
* eficiência energética;
* gestão e economia de água;
* gestão de resíduos;
* qualidade do ar e ambiente interior;
* conforto térmico e acústico;
* uso racional dos materiais;
* uso de tecnologias e produtos que não agridam o meio ambiente.
Uma edificação sustentável começa antes mesmo da construção com a escolha de materiais menos agressivos, duráveis e que exijam o mínimo de impacto possível para sua obtenção. Aqui pode ser considerada a utilização de materiais reciclados como matéria prima que podem ser classificados em dois tipos: pós-industrial, quando o material reciclado é proveniente de resíduos industriais e pós-consumo. Este é o caso de tijolos, madeira e outros entulhos provenientes de demolições que podem ser aproveitados na construção ou reciclados e transformados em outros materiais como o concreto feito de cinzas de chaminés.
Junto com a escolha dos materiais corretos é necessário que se verifique os fornecedores para garantir que tenham procedência ambientalmente segura, principalmente quando se tratar de madeira.
Ainda na fase pré-construção, deve ser analisado o ciclo de vida do empreendimento e dos materiais usados, o estudo do impacto ambiental da construção, um planejamento da gestão dos resíduos que serão gerados e melhor forma de utilização do material, além do que a planta deve ser planejada de modo que aproveite o máximo possível dos recursos naturais disponíveis (como ventilação e luminosidade natural) e promova a redução do consumo de energia e água através do reuso e implantação de formas alternativas de energia como a energia solar, a energia eólica e etc.
Durante a construção devem ser adotados cuidados para evitar o desperdício de materiais e se reaproveitar o máximo possível. O que além de gerar ganhos ambientais com minimização do uso de matérias-primas ainda gera ganhos econômicos para o dono da obra que economizará com materiais.
Quando finalizada a obra devem ser observados os cuidados necessários à destinação dos resíduos da construção e em todas as etapas devem ser utilizados materiais não tóxicos. Alguns dos materiais “condenados” por qualquer padrão de construção sustentável são: amianto, chumbo e alumínio.
A construção sustentável depois de pronta deverá ter coleta seletiva e um local específico para acondicionar os resíduos recicláveis. Aos ocupantes ou proprietários caberá apenas desfrutar de uma construção saudável, ecologicamente correta e econômica. Ou seja, SUSTENTÁVEL.
Fonte: www.infoescola.com
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Início das Aulas no Campus Aracaju será no dia 09 de Dezembro!!!

A Direção Geral do Campus Aracaju comunica aos alunos e professores que o retorno das aulas, referentes ao período letivo 2014.2 , será no próximo dia 09 de dezembro. A Pró-reitoria de Ensino (Proen) do Instituto Federal de Sergipe publicou na manhã desta terça-feira (25), no site do IFS, o novo Calendário Acadêmico.
O retorno, a princípio, estava previsto para o dia 19 de janeiro de 2015, mas como o serviço de demolição para o início das obras de construção do novo prédio do campus Aracaju está adiantado, foi possível antecipar o início das aulas.
De acordo com a diretora de Ensino, professora Fabiana Faxina, todos os alunos e professores dos cursos técnicos subsequentes, integrados ao Ensino Médio e de graduação estão sendo convocados a retornarem suas atividades de ensino no próximo dia 09 de dezembro.
O ano letivo 2014.2 será encerrado no dia 06 de maio de 2015. O calendário completo pode ser visto clicando aqui.
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