A Equipe do Blog Conexão IFS, deseja a Todos um Ano Novo Próspero e de Muitas Realizações e Conquistas. Que em 2015 possamos melhorar ainda mais o nosso Blog e continuar levando nformações aos nossos usuários. Feliz 2015!!
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Desenho Industrial: a Arte de Projetar Produtos
Segundo a definição dada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI, o desenho industrial é a “forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto”. Assim, o desenhista industrial ou designer é o profissional responsável pela concepção de um produto, objeto, ou ainda, de uma marca.
O designer é um profissional criativo. Seu trabalho é usar a originalidade para desenvolver produtos funcionais e que agradem o consumidor tanto pelo seu valor estético quando pela sua utilidade e facilidade de uso.
Atualmente as empresas contam com o designer industrial como um diferencial competitivo, capaz de proporcionar uma identidade para a empresa.
Formação
O profissional formado em desenho industrial pode optar por duas áreas de especialização: projeto de produto e programação visual. O primeiro tem seu foco no desenvolvimento de conceitos relacionados ao produto, desenvolvimento de protótipos, análise de materiais e projeto. O segundo é voltado para a produção gráfica, criação de desenhos, logotipos, páginas na internet, embalagens e trabalhos com imagens e cores.
No Brasil temos 56 cursos superiores de desenho industrial reconhecidos pelo MEC e a maioria é na região sudeste (35). O curso tem duração de 4 anos e aborda disciplinas de linguagem, história e história da arte, ciências sociais, desenho técnico, ergonomia, projeto e fabricação, fotografia, matemática aplicada, e outras matérias relacionadas de acordo com a instituição. Além é claro, de oficinas onde o aluno poderá praticar algumas técnicas.
Desenhando
O profissional que opta pela carreira de designer industrial deve ter criatividade e um bom senso estético. Não necessariamente ele deve saber desenhar, mas durante o curso e dependendo de qual área ele decide trabalhar a habilidade será muito importante.
O desenhista industrial poderá trabalhar em qualquer local onde seja necessário desenvolver produtos. Ou seja, praticamente em qualquer lugar. Seja na indústria ou em empresas do ramo de serviços o desenhista industrial pode desenvolver programas de design, administrar departamentos de design em empresas, criar logotipos, marcas, embalagens, anúncios, vinhetas e todo tipo de material publicitário, além é claro de desenvolver produtos desde o projeto até a escolha dos materiais. Outro campo onde o designer industrial pode atuar é na criação de websites (ou web design) que é uma área que vem ganhando cada vez mais destaque com a popularização acesso a internet.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Rochas inteligentes vão impedir que pontes caiam
Em primeiro plano, protótipo de uma rocha inteligente passiva. Ao
fundo, uma rocha inteligente já pronta para uso, recoberta com cimento - ela
pesa cerca de 25 quilogramas.[Imagem: MST]
Monitoramento de erosão
Elas não são exatamente "tijolos inteligentes", mas o conceito é o mesmo.
A ideia é embutir sensores para o monitoramento das obras civis nos próprios materiais usados nas construções.
Para o monitoramento de pontes, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram o que eles chamam de "rochas inteligentes".
As estruturas, de formato esférico, foram projetadas para serem despejadas nas fundações das pontes e no leito dos rios ao redor da construção.
Uma das principais causas de colapsos de pontes é um processo de erosão onde o fluxo da água leva embora o solo do leito do rio, criando buracos ao redor dos pilares.
As rochas inteligentes são redondas justamente para rolar para o interior dessas fossas que se formam ao redor dos pilares, informando continuamente aos engenheiros a sua profundidade, o maior indicador de risco para a estrutura da ponte.
"É um conceito simples, mas muito útil. As rochas inteligentes seguem o rastro da progressão da erosão - conforme ela se aprofunda, as rochas também mergulham mais e mais para o fundo," explica o professor Genda Chen, que desenvolveu o projeto com seus colegas David Pommerenke e Rosa Zheng.

Rochas ativas e passivas
O grupo está testando três abordagens para as rochas inteligentes: passivas, ativas e semiativas.
As rochas inteligentes passivas levam um ímã que pode ser lido por um magnetômetro remoto, permitindo uma medição de profundidade.
As rochas inteligentes ativas possuem uma completa eletrônica embarcada, incluindo sensor de pressão, giroscópio, temporizador, indicador de bateria e identificador individual, transmitindo dados através de comunicação sem fios.
As rochas inteligentes semiativas incluem um ímã de rotação livre, que pode ser controlado com circuitos eletrônicos apropriados.
Para suportar os rigores do ambiente, todas são recobertas com uma camada de cimento.
Os pesquisadores agora estão se preparando para retirar do rio os primeiros protótipos que eles lançaram ao redor de duas pontes e ver como a estrutura se comportou e qual será a estimativa de sua vida útil.
No caso das rochas inteligentes ativas, suas baterias duram até 10 anos.
Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br
Monitoramento de erosão
Elas não são exatamente "tijolos inteligentes", mas o conceito é o mesmo.
A ideia é embutir sensores para o monitoramento das obras civis nos próprios materiais usados nas construções.
Para o monitoramento de pontes, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram o que eles chamam de "rochas inteligentes".
As estruturas, de formato esférico, foram projetadas para serem despejadas nas fundações das pontes e no leito dos rios ao redor da construção.
Uma das principais causas de colapsos de pontes é um processo de erosão onde o fluxo da água leva embora o solo do leito do rio, criando buracos ao redor dos pilares.
As rochas inteligentes são redondas justamente para rolar para o interior dessas fossas que se formam ao redor dos pilares, informando continuamente aos engenheiros a sua profundidade, o maior indicador de risco para a estrutura da ponte.
"É um conceito simples, mas muito útil. As rochas inteligentes seguem o rastro da progressão da erosão - conforme ela se aprofunda, as rochas também mergulham mais e mais para o fundo," explica o professor Genda Chen, que desenvolveu o projeto com seus colegas David Pommerenke e Rosa Zheng.

Esquema de utilização das rochas inteligentes para monitoramento da
estrutura de pontes. [Imagem: Genda Chen]
Rochas ativas e passivas
O grupo está testando três abordagens para as rochas inteligentes: passivas, ativas e semiativas.
As rochas inteligentes passivas levam um ímã que pode ser lido por um magnetômetro remoto, permitindo uma medição de profundidade.
As rochas inteligentes ativas possuem uma completa eletrônica embarcada, incluindo sensor de pressão, giroscópio, temporizador, indicador de bateria e identificador individual, transmitindo dados através de comunicação sem fios.
As rochas inteligentes semiativas incluem um ímã de rotação livre, que pode ser controlado com circuitos eletrônicos apropriados.
Para suportar os rigores do ambiente, todas são recobertas com uma camada de cimento.
Os pesquisadores agora estão se preparando para retirar do rio os primeiros protótipos que eles lançaram ao redor de duas pontes e ver como a estrutura se comportou e qual será a estimativa de sua vida útil.
No caso das rochas inteligentes ativas, suas baterias duram até 10 anos.
Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br
domingo, 7 de dezembro de 2014
Maior Usina Solar em Cobertura dos Estados Unidos é Instalada em Las Vegas!!!
Resort da MGM recebeu Painéis Fotovoltaicos que cobrem uma Àrea de Oito Hectares!!!
A MGM Resorts International, localizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, concluiu as obras de instalação da maior usina solar em cobertura do país, e segunda maior do mundo. Implantados em cima do Mandalay Bay Resort and Casino, os painéis fotovoltaicos cobrem uma área de oito hectares e possuem capacidade instalada de 6,4 megawatts (MW).
Fonte: Revista téchne
Engenharia Civil e Arquitetura: Semelhanças, Diferenças e um Pouco mais Sobre a Dupla Formação!!!
Por, muitas vezes, arquitetos e engenheiros civis desenvolverem atividades parecidas e relacionadas, muitos ainda têm dúvidas sobre qual a função específica de cada um. De fato, professores de ambos os cursos apontam que as duas profissões são complementares e igualmente importantes numa obra.
Arquitetura e Engenharia podem se encontrar em diversas áreas, mas é na Construção Civil que tal contato requer maior cumplicidade. Geralmente, o arquiteto é contratado para elaborar a planta, ou seja, planejar a utilização do espaço na construção, embasado não só na racionalidade, mas também em preceitos estéticos e artísticos. Já, ao engenheiro civil cabe a parte técnica da obra: executar o projeto arquitetônico, por ter base para calcular a distribuição das cargas ou para projetar as instalações hidráulicas, por exemplo. O engenheiro também é responsável por projetos complementares, como o estrutural.
A rixa entre esses dois tipos de profissionais é histórica, mas, principalmente nas grandes obras, arquitetos e engenheiros trabalham em conjunto. As profissões chegam a se mesclar nas pequenas obras, já que engenheiros podem assinar projetos arquitetônicos e arquitetos podem até gerenciar obras de pequeno porte. Isso faz com que o número de engenheiros que posteriormente buscam uma graduação também em arquitetura e vice-versa seja muito grande. Engenheiros-arquitetos evidenciam uma melhor qualidade de projetos a partir da dupla formação.
Havia uma única entidade que regulava todas as atividades profissionais de ambas as profissões, o CREA: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. No entanto, a criação do CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo foi aprovada, o que pode provocar separação maior entre as duas profissões.
Nas universidades, as grades curriculares dos dois cursos tendem a ser bastante diferentes. Os estudantes de Civil têm uma formação mais técnica, mais sólida em ciências exatas, como matemática e física. Engenheiros precisam ter uma base bem profunda de cálculo, projetos estruturais, hidráulicos, elétricos, etc. Já os graduandos de Arquitetura focam em disciplinas como história da arte, conforto ambiental, desenho, projeto arquitetônico.
Ainda assim, Engenharia Civil é um dos cursos com mais ampla área de atuação no mercado. Se a Construção Civil representa o auge da união entre arquitetos e em engenheiros, estes podem ainda, trabalhar na área de saneamento, de transportes ou até na de geotecnia, por exemplo. Já os arquitetos têm como área de atuação mais específica as restaurações, o paisagismo e o design de interiores.
Seguindo a tendência de aproximar os dois cursos, universidades como a USP, Universidade de São Paulo, já adotaram um programa de dupla formação. Quem opta pelo programa conclui sua formação em sete anos: cinco na faculdade de origem (ou Engenharia Civil ou Arquitetura) e mais dois anos para que os engenheiros incorporem à sua graduação a ideia de projeto arquitetônico, de estética, de humanidades, de história da arte e de urbanismo, e para que os arquitetos tenham contato com os processos construtivos, a tecnologia dos materiais, as ferramentas de trabalho, entre outros conceitos mais técnicos.
Os professores do programa evidenciam que além de saírem com uma graduação mais completa, seus alunos quebram a separação histórica dos dois cursos. A iniciativa visa maior harmonia nas obras e promete um verdadeiro salto na qualidade dos projetos. Vale ressaltar que em seus primeiros anos o projeto atraia mais estudantes de Arquitetura do que os de Engenharia Civil, pela dificuldade de seu próprio curso, mas que o projeto se mostra mais estável e eficaz com o tempo.
Fonte: Gazeta do Povo
Construção Sustentável
A construção sustentável é um conceito que denomina um conjunto de práticas adotadas antes, durante e após os trabalhos de construção com o intuito de obter uma edificação que não agrida o meio ambiente, com melhor conforto térmico sem a necessidade (ou com necessidade reduzida) de consumo de energia e que melhore a qualidade de vida dos seus moradores/usuários, além de utilizar materiais e técnicas que garantam uma maior eficiência energética.
Há outro termo que costuma ser confundido com “construção sustentável”, é a “construção ecológica”. Embora na prática os dois termos acabem sendo usados da mesma forma, o primeiro refere-se a uma prática mais comum no meio urbano e que visa à utilização de tecnologias que permitem a sustentabilidade da construção. Já o segundo está relacionado a técnicas de construção que utilizam materiais encontrados no próprio local da construção e propõe a menor interferência possível na paisagem. Assim, podem ser consideradas construções ecológicas as casas dos esquimós, feitas de gelo (um material encontrado no próprio local) e que praticamente se confunde com a paisagem. Mas este é um tema que abordaremos em outro artigo...
* o planejamento da obra de forma sustentável;
* o aproveitamento dos recursos naturais disponíveis (ventilação e luminosidade naturais, por exemplo, ao invés de ar condicionado e iluminação artificial durante o dia);
* eficiência energética;
* gestão e economia de água;
* gestão de resíduos;
* qualidade do ar e ambiente interior;
* conforto térmico e acústico;
* uso racional dos materiais;
* uso de tecnologias e produtos que não agridam o meio ambiente.
* o aproveitamento dos recursos naturais disponíveis (ventilação e luminosidade naturais, por exemplo, ao invés de ar condicionado e iluminação artificial durante o dia);
* eficiência energética;
* gestão e economia de água;
* gestão de resíduos;
* qualidade do ar e ambiente interior;
* conforto térmico e acústico;
* uso racional dos materiais;
* uso de tecnologias e produtos que não agridam o meio ambiente.
Uma edificação sustentável começa antes mesmo da construção com a escolha de materiais menos agressivos, duráveis e que exijam o mínimo de impacto possível para sua obtenção. Aqui pode ser considerada a utilização de materiais reciclados como matéria prima que podem ser classificados em dois tipos: pós-industrial, quando o material reciclado é proveniente de resíduos industriais e pós-consumo. Este é o caso de tijolos, madeira e outros entulhos provenientes de demolições que podem ser aproveitados na construção ou reciclados e transformados em outros materiais como o concreto feito de cinzas de chaminés.
Junto com a escolha dos materiais corretos é necessário que se verifique os fornecedores para garantir que tenham procedência ambientalmente segura, principalmente quando se tratar de madeira.
Ainda na fase pré-construção, deve ser analisado o ciclo de vida do empreendimento e dos materiais usados, o estudo do impacto ambiental da construção, um planejamento da gestão dos resíduos que serão gerados e melhor forma de utilização do material, além do que a planta deve ser planejada de modo que aproveite o máximo possível dos recursos naturais disponíveis (como ventilação e luminosidade natural) e promova a redução do consumo de energia e água através do reuso e implantação de formas alternativas de energia como a energia solar, a energia eólica e etc.
Durante a construção devem ser adotados cuidados para evitar o desperdício de materiais e se reaproveitar o máximo possível. O que além de gerar ganhos ambientais com minimização do uso de matérias-primas ainda gera ganhos econômicos para o dono da obra que economizará com materiais.
Quando finalizada a obra devem ser observados os cuidados necessários à destinação dos resíduos da construção e em todas as etapas devem ser utilizados materiais não tóxicos. Alguns dos materiais “condenados” por qualquer padrão de construção sustentável são: amianto, chumbo e alumínio.
A construção sustentável depois de pronta deverá ter coleta seletiva e um local específico para acondicionar os resíduos recicláveis. Aos ocupantes ou proprietários caberá apenas desfrutar de uma construção saudável, ecologicamente correta e econômica. Ou seja, SUSTENTÁVEL.
Fonte: www.infoescola.com
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Início das Aulas no Campus Aracaju será no dia 09 de Dezembro!!!

A Direção Geral do Campus Aracaju comunica aos alunos e professores que o retorno das aulas, referentes ao período letivo 2014.2 , será no próximo dia 09 de dezembro. A Pró-reitoria de Ensino (Proen) do Instituto Federal de Sergipe publicou na manhã desta terça-feira (25), no site do IFS, o novo Calendário Acadêmico.
O retorno, a princípio, estava previsto para o dia 19 de janeiro de 2015, mas como o serviço de demolição para o início das obras de construção do novo prédio do campus Aracaju está adiantado, foi possível antecipar o início das aulas.
De acordo com a diretora de Ensino, professora Fabiana Faxina, todos os alunos e professores dos cursos técnicos subsequentes, integrados ao Ensino Médio e de graduação estão sendo convocados a retornarem suas atividades de ensino no próximo dia 09 de dezembro.
O ano letivo 2014.2 será encerrado no dia 06 de maio de 2015. O calendário completo pode ser visto clicando aqui.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Semana de Ciência e Tecnologia do IFS começa hoje, 13, e segue até sexta, 17!!!

De hoje, 13, até a próxima sexta-feira, 17, o Instituto Federal de Sergipe (IFS)
realizará a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O evento, que vai
acontecer Centro de Convenções de Sergipe, tem o objetivo de mobilizar a
população em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia, promovendo
debates e trocas de experiências e conhecimentos sobre o estabelecimento das
relações entre ciência, tecnologia e desenvolvimento social.
A semana é
coordenada nacionalmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por
meio do Departamento de Popularização e Difusão de C&T da Secretaria de
C&T para Inclusão Social. No IFS, a coordenação geral é de responsabilidade
da Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão (Propex).
Durante a semana serão
realizados mais três eventos: a I Semana de Extensão Tecnológica do IFS; o III
Congresso de Iniciação Científica; e a III Feira de Ciências do Convênio
IFS/Petrobras. Serão desenvolvidas diversas atividades, a exemplo de palestras e
mostras científicas, apresentação de trabalhos, minicursos e oficinas de
extensão tecnológica.
Confira programação completa:

domingo, 12 de outubro de 2014
Projeto de Lei que Torna Obrigatória a Manutenção Periódica de Edifícios é Analisado pelo Senado!!!
Se aprovado, texto exigirá que estado geral de solidez e funcionalidade das Edificações seja avaliada a cada cinco anos e que as condições de segurança contra incêndio e do sistema de elevadores passem por inspeção anualmente!!!
Está em a
nálise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado Federal, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 31/2014, que institui a Política Nacional de Manutenção Predial. O texto determina que edifícios residenciais e comerciais passem por inspeção do estado geral de solidez e funcionalidade a cada cinco anos e as condições de segurança contra incêndio e do sistema de elevadores sejam avaliadas anualmente.
nálise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado Federal, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 31/2014, que institui a Política Nacional de Manutenção Predial. O texto determina que edifícios residenciais e comerciais passem por inspeção do estado geral de solidez e funcionalidade a cada cinco anos e as condições de segurança contra incêndio e do sistema de elevadores sejam avaliadas anualmente.
A medida é válida para edificações públicas ou privadas, residenciais, comerciais, de prestação de serviços, industriais, culturais, esportivas e institucionais em todo o território nacional. Ficam dispensados de cumprir as exigências previstas somente os prédios de até dois andares com uso exclusivamente familiar.
A inspeção deverá observar as condições de pilares, fundações, lajes, fachadas e marquises e conferir o cumprimento da legislação quanto à segurança nas instalações elétricas, hidráulicas e de distribuição de gás de uso comum. De acordo com o autor do projeto, deputado Augusto Coutinho, o objetivo é minimizar os danos que a ausência de manutenções periódicas pode causar à estabilidade e segurança dos edifícios.
Para a realização das manutenções, o responsável pelo prédio deverá contratar um engenheiro registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e providenciar a correção dos riscos identificados em até 90 dias após o recebimento do laudo.
Fonte: Revista Téchne
O Brasil é o Quinto Maior Mercado para Projetos com Certificação LEED fora dos EUA!!!
O sistema de certificado LEED do U.S. Green Building Council (ou selo verde) tratasse do programa mais importante do mundo para a criação de projetos, construções, manutenção e operação de Green Buildings, orientando e atestando o comprometimento de uma edificação com os princípios da sustentabilidade para a construção civil antes, durante e depois de suas obras. Existindo em cerca de 143 países de todo o mundo, o selo é considerado, hoje, a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo GBC-Brasil – Conselho de Construção Sustentável do Brasil, que foi criado no país em 2007. A certificação LEED demonstra liderança, inovação, gestão ambiental e responsabilidade social, além de oferecer aos proprietários e operadores de construções as ferramentas que precisam para melhorar imediatamente o desempenho da construção e a conclusão.
O U.S. Green Building Council (USGBC) divulgou no dia 5 de agosto de 2014 o relatório Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) in Motion: Brazil, que detalha a atividade da construção sustentável no país e destaca o Brasil como o quinto maior mercado do mundo para projetos com certificação LEED.
“A liderança do Brasil no movimento Green Building no Hemisfério Sul reflete sua crescente posição na economia global. Por exemplo, além de servir como Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos de 2016, a Ilha Pura e a equipe por trás dela estão tendo uma visão de longo prazo, garantindo que o legado desta vizinhança sustentável perdure por anos após 2016. Com este tipo de pensamento estratégico sobre o ambiente de construção, o Brasil é um exemplo clássico de como tornar com sucesso a sustentabilidade um pilar de crescimento”, disse Rick Fedrizzi, presidente, CEO e presidente fundador do USGBC.
O futuro do Brasil continua reverberando e o LEED está desempenhando um papel fundamental na construção de uma sociedade saudável, além de estar ajudando a proteger e preservar dois dos recursos mais finitos, eletricidade e água, que são os principais focos de trabalho do Brasil nessa vertente. O estudo, lançado durante a Conferência Greenbuilding Brasil 2014, mostra que 871 projetos brasileiros têm certificado e registro LEED, o que representa 24 milhões de metros quadrados brutos, inclusive se consolidando como o segundo país do mundo com maior número de construções esportivas certificadas pelo selo LEED, com oito centros esportivos que possuem o selo.
Saiba mais em usgbc.org/LEED.
Fonte: http://construcaocivilpet.wordpress.com/
Tinta com Silicone Confere Durabilidade às Construções!!!
Material Ajuda a Evitar Infiltração de Água nas Paredes, Garantindo Maior Durabilidade às Edificações!!!
vitar a infiltração de água nas paredes é uma preocupação constante nas construções, já que isso pode levar a danos internos na estrutura dos edifícios. Um dos materiais que ajuda a evitar esse tipo de problema é o silicone, principalmente quando utilizado em tintas.
As tintas que levam silicone têm conquistado espaço na área de construção civil por serem resistentes e sustentáveis, além de repelentes à água, fazendo com que seu uso confira maior durabilidade às construções.
As tintas que levam silicone têm conquistado espaço na área de construção civil por serem resistentes e sustentáveis, além de repelentes à água, fazendo com que seu uso confira maior durabilidade às construções.
O silicone presentes na formulação das tintas melhora a interação a nível molecular entre a tinta e o substrato onde ela é aplicada, aumentando sua aderência e longevidade. Além disso, por não absorverem água, o isolamento térmico da parede é favorecido, com a consequente diminuição do consumo de energia na manutenção da temperatura interna das edificações.
Isso acontece devido à proteção especial fornecida pelas tintas de silicone, que formam uma película hidrorrepelente sobre as paredes. “Essa película funciona como uma peneira, que impede a entrada da água, mas permite a saída da mesma no seu estado de vapor, proporcionando um ambiente interno com menor umidade e, por consequência, mais saudável e termicamente agradável”, explica Lucas Freire, coordenador da Comissão Setorial de Silicones da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
Isso acontece devido à proteção especial fornecida pelas tintas de silicone, que formam uma película hidrorrepelente sobre as paredes. “Essa película funciona como uma peneira, que impede a entrada da água, mas permite a saída da mesma no seu estado de vapor, proporcionando um ambiente interno com menor umidade e, por consequência, mais saudável e termicamente agradável”, explica Lucas Freire, coordenador da Comissão Setorial de Silicones da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
O silicone confere maior durabilidade à pintura, maior facilidade de limpeza e melhor conservação da construção, qualidades especialmente úteis, por exemplo, na conservação de edifícios históricos. Além disso, a tinta de silicone não deixa cheiro forte no local.
Fonte: Portal Brasil Engenharia
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Vem aí a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2014 - SNCT !!!
Entre os dias 13 e 17 de Outubro de 2014, o Instituto Federal de Sergipe (IFS) realizará a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2014 (SNCT). O evento, que vai acontecer Centro de Convenções de Sergipe ( CIC), tem o objetivo de mobilizar a população em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia, promovendo debates e trocas de experiências e conhecimentos sobre o estabelecimento das relações entre 'Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social. Maiores informações e Inscrição no Link:http://publicacoes.ifs.edu.br/index.php
domingo, 7 de setembro de 2014
O Papel da Engenharia no Desenvolvimento Sustentável
A expressão Desenvolvimento Sustentável vêm sendo utilizada de diversas
formas, na promoção do que se espera ser uma grande evolução da
humanidade. Há alguns anos atrás esta expressão, além das prerrogativas
associadas a ela, foi determinada por meio de diversas reuniões dos
grupos de estudo no âmbito das Universidades e mesmo dos organismos da
ONU. Uma comissão denominada Comissão de Brundtland foi criada, no
intuito de formar grupos técnico/científicos que promovessem a
compreensão dos efeitos da acelerada deterioração do meio ambiente e do
esgotamento dos recursos naturais. Um relatório final foi publicado pela
Oxford University em 1987, intitulado “Our Common Future”. Deste
documento surge o que se pode chamar da definição mais completa e ampla
de Desenvolvimento Sustentável, que trata exatamente da garantia de
manter o desenvolvimento sem que se cause incapacidade de recursos para a
perpetuação das próximas gerações. Esta definição é apoiada, segundo o
relatório, em outros dois conceitos chave. Um deles trata as
necessidades básicas para sobrevivência, priorizando políticas para os
países mais pobres. O outro trata das limitações impostas ao crescimento
das nações em geral,
associadas principalmente ao estado de desenvolvimento tecnológico e de
organização social em que se encontram. A abrangência das engenharias
em todo mundo possibilita solucionar desde os pequenos até os grandes
problemas, e ao mesmo tempo produz conhecimento que perpetua e prove
soluções durante muitos anos, ou mesmo décadas. Neste aspecto uma nova
necessidade na área de engenharia surge rapidamente, o que seria a
aplicação da engenharia para atenuar os problemas trazidos pelas
mudanças climáticas. São Paulo, por exemplo, teve aprovada recentemente a
lei de mudanças climáticas, assim como a cidade do Rio de Janeiro.
Ambas terão metas de redução de emissões, o que abrirá inúmeras
oportunidades nas diversas áreas de engenharia, além do aumento de
projetos nos moldes dos selos internacionais de gestão energética, e das
soluções de equipamentos e sistemas eficientes em consumo de energia.
Os acordos para redução das emissões de poluentes são, portanto,
políticas de suma importância, uma vez que tem a premissa básica de
associar valor à redução das emissões de poluentes ao redor do globo.
Neste caso cabe avaliar os inúmeros projetos propostos à UNFCCC para a
compensação das emissões no âmbito de protocolo de Kyoto. Estes projetos
são escritos por grupos de engenheiros, pesquisadores, cientistas,
todos com vasta experiência teórica e prática. Além destes, participam
profissionais das indústrias de grande porte, que são os maiores
emissores de poluentes, e que por sua vez precisam compensar estas
emissões e contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias. Se
dermos uma olhada na lista de projetos protocolados na UNFCCC,
encontraremos inúmeros deles associados às questões de troca de
combustíveis em plantas industriais, troca de caldeiras em processos de
calor, eficiência em processos agrícolas, de Produção de Papel, Extração
de Madeira, nos Modais de Transporte, na Produção de Alimentos, entre
outros. E o papel do profissional de Engenharia nesse novo perfil de
desenvolvimento? Com toda essa evolução nos conceitos de produção e
consumo, principalmente com foco para a eficiência nos processos e na
redução das emissões, é latente que os engenheiros possuem posição de
destaque no Desenvolvimento Sustentável. Todas as modalidades de
engenharia, além de economia e das inúmeras outras, são extremamente
importantes para a compreensão destes novos conceitos já conhecidos e
aplicados mundialmente. Neste caso, devemos difundir através dos mais
diversos veículos de comunicação, a importância da educação para
formação de bons engenheiros, comprometidos com o meio ambiente, e que
consigam assimilar com mais profundidade as questões econômicas e
sociais atreladas às inovações tecnológicas.
Desenvolvimento Sustentável é praticamente intrínseco à função uma vez
que ele concebe, projeta, cria e inova em diversos segmentos, sempre com
a visão de longo prazo. Um bom exemplo é sem duvida o das grandes obras
hidrelétricas, como a barragem de Itaipu, que foi reconhecida à época
como grande obra da engenharia moderna, e até hoje prove grande parte de
nossa energia, e orgulha a nós brasileiros com o titulo de maior
Hidrelétrica do mundo em capacidade de geração anual. Enfim, para as
indústrias e empresas que empregam engenheiros, o Desenvolvimento
Sustentável é um objetivo fundamental a ser perseguido, tendo em vista
as novas exigências do mercado globalizado. Certamente as chances de uma
empresa prosperar são cada vez menores se ela não leva em conta os
aspectos sustentáveis na sua corporação, e nestes aspectos devem estar
bem claras as questões sociais, ambientais e econômicas, sendo que cabe
aos engenheiros interpretar as inovações e garantir a correta aplicação
daquilo que tange suas áreas de atuação.
Fonte: Eng. Augusto Poliquezi -Curitiba, Paraná, Brasil. Retirado do site: http://pactoglobalcreapr.wordpress.com
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Aspectos Legais Antes de Construir
Para construir um edifício, de qualquer porte, alguns trâmites legais
devem ser seguidos e estes vão desde a escolha do lote até o processo de
averbação (mudança do lote da situação de terreno para edificação).
Para esses trâmites existe uma legislação e esta varia de acordo com o local, entretanto alguns aspectos mais amplos não variam.
]
O primeiro passo refere-se à escolha do loteamento e é importante nesta fase a presença de um engenheiro ou arquiteto que fique atento às questões contratuais do loteamento e ao Código de Edificações do município. Essas questões definem, por exemplo, o número de pavimentos, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento do terreno e adoção de recuos. Na fase de compra do terreno, é importante ficar atento a possível existência de projetos públicos que envolvam desapropriação parcial ou total, pois este processo não obedece aos valores de mercado.
O primeiro passo refere-se à escolha do loteamento e é importante nesta fase a presença de um engenheiro ou arquiteto que fique atento às questões contratuais do loteamento e ao Código de Edificações do município. Essas questões definem, por exemplo, o número de pavimentos, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento do terreno e adoção de recuos. Na fase de compra do terreno, é importante ficar atento a possível existência de projetos públicos que envolvam desapropriação parcial ou total, pois este processo não obedece aos valores de mercado.
Após a fase de compra e adequação dos
planos à legislação que envolve o terreno deve-se definir a
responsabilidade técnica do projeto, atribuída a engenheiros e
arquitetos, cuja função é elaborar o projeto e acompanhar a execução do
mesmo durante a obra. A fiscalização é feita pelo CREA e antes da obra
começar é assinado, pelo engenheiro ou arquiteto, junto ao órgão a
Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.
A fase de aprovação de projetos por parte
da prefeitura contempla apenas o projeto arquitetônico junto à
secretaria de urbanismo da cidade. Os demais projetos como o hidráulico,
elétrico e estrutural não necessitam de aprovação da prefeitura e a
única exigência é que sejam executados por profissional competente.
Com a aprovação do projeto e o pagamento
das taxas o órgão responsável libera o Alvará de Construção que permite a
execução da obra. Este alvará tem prazo de validade para o término da
construção que varia de cidade para cidade. Caso o tempo seja
extrapolado, deve-se verificar junto à prefeitura uma possível renovação
com atenção a possíveis mudanças de leis.
Concluída a obra, é gerado pelo órgão
competente da prefeitura o Habite-se ou Certificado de Vistoria e
Liberação da Obra que, como o nome sugere, atesta a execução da obra de
acordo com o que foi aprovado no projeto. Quanto aos impostos, estes
mudam de acordo com o tamanho da obra. Para edificações abaixo de 70m² é
solicitado ao INSS uma Certidão Negativa de Débitos – CND, já para
construções maiores é necessário que no inicio da obra seja registrado
uma matricula junto ao INSS para a geração de impostos durante a obra e
ao final é necessário que a Receita Federal emita um documento
informando os dividendos a serem quitados para a emissão da CND.
Com todas estas concluídas a construção
pode ser averbada junto ao registro de imóveis, assim onde havia um
terreno registrado, após esta etapa, haverá um imóvel e o empreendimento
estará finalmente regularizado.
Fontes: pini, fórumdaconstrução
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Prédios que Respiram – Inovação inspirada na pele humana busca construções mais eficientes e sustentáveis
Ainda em estudos, a pele arquitetônica tem como proposta funcionar como a
pele de nosso corpo: flexível, sensível, regulando a temperatura
interna de acordo com o ambiente externo, gerando conforto e aumentando a
eficiência energética da edificação.
Através de algoritmos computacionais, os cientistas estão estudando
células vivas e sua capacidade de modificação com gasto mínimo de
energia para adaptar suas formas a tecidos artificiais (desenho
bio-mimético) que possam recobrir um edifício todo. Assim a edificação
poderá responder automaticamente a fatores ambientais, como temperatura
externa, umidade, radiação solar e luz. Seria como um organismo vivo!
A multidisciplinaridade dos estudos científicos e o uso de desenhos,
estruturas e sistemas inspirados na natureza são a grande esperança para
termos uma arquitetura viva, bioclimática, integrada ao ambiente,
gerando conforto aos usuários e gastando pouca energia.
Fonte: Vanessa Mendes Argenta - site: http://www.coletivoverde.com.br
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Momentos Inesquecíveis em Belo Horizonte - MG
Alunos do Curso de Construção Civil
(Edificações) e do Curso de Engenharia Civil do Instituto Federal de
Sergipe - IFS, participaram da Feira Internacional da Construção Civil
em Belo Horizonte - MG, que aconteceu de 06 a 09 de Agosto de 2014.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Arquitetura Sustentável: Aplicando Sustentabilidade na Arquitetura
As más projeções e as construções não planejadas dos grandes centros urbanos geraram uma grande degradação dos recursos naturais de muitos locais.
Pode-se observar que os ambientes que foram feitos ilegalmente ou
fora dos planejamentos arquiteturais e urbanísticos tendem a ser mais
abalados. Com vista nesses problemas, muitos projetos arquitetônicos têm
sido materializados com estruturas favoráveis à sustentabilidade. A arquitetura sustentável visa uma melhor utilização dos recursos naturais,
por esse motivo se evitam uma série de desperdícios. Principalmente em
relação à água e a energia elétrica, visando um melhor aproveitamento de
ambos, como por exemplo: aproveitar a água da chuva e utilizar energia solar são algumas medidas utilizadas nesses tipos de projetos.
O uso de mais janelas para evitar o uso de energia elétrica, também é
bastante usual na arquitetura sustentável, bem como escolha de lâmpadas
mais econômicas (as lâmpadas fluorescentes) no lugar das lâmpadas
usuais. Também num projeto sustentável é preferível uma ventilação mais natural nos ambientes
(casa, prédios, escolas, escritórios e etc.) ao invés de
ar-condicionado ou aquecedores, que são altamente poluentes à natureza.
Outra preocupação na hora da construção e durante o projeto
arquitetônico é a utilização de materiais renováveis e ecologicamente
indicados, como a preferência de eucaliptos e fibras de bananeiras no lugar da madeira
freqüentemente extraídas das florestas. Do mesmo modo se opta por uma
tintura que não possuam as toxinas que degradam o meio ambiente.
Na construção civil há a preocupação com a criação de áreas verdes
tanto para o plantio, como para proporcionar mais conforto e contribuir
para a redução do gás carbônico na natureza. Uma outra solução para
amenizar a degradação da natureza recomenda-se nesses locais reciclagem do lixo doméstico. Juntamente com a não utilização de produtos de limpeza nocivo ao meio ambiente.
O território da arquitetura sustentável é ainda demasiadamente novo,
entretanto as aplicações de técnicas sustentáveis na construção civil
são cada vez mais recorrentes. E estão sendo vistas como práticas
essenciais para a manutenção e a renovação de recursos encontrados no
meio ambiente.
Fonte: www.ecologiaurbana.com.br
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Projeto de Pesquisa do IFS na Área de Desenho Industrial é Aprovado no IV PROSPECT&I 2014
O Projeto de Pesquisa Intitulado PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA CRIAÇÃO DE DESENHO INDUSTRIAL DE MOBILIÁRIO PARA PESSOAS COM NANISMO do Instituto Federal de Sergipe - IFS - foi Aceite para Apresentação ORAL nos dias 11 ou 12 de Setembro de 2014 no IV PROSPECT&I 2014 - Congresso Brasileiro de Prospecção Tecnológica, a ser realizado no Hotel Fiesta em Salvador - BA. O Projeto foi desenvolvido por Sheilla Costa dos Santos, Carlos Gomes da Silva Júnior, Michelle Santos Ferreira e Alyne de Oliveira Brasil.
O Evento - O Evento visa promover a inovação de base
tecnológica através da propriedade intelectual (PI) e da transferência de
tecnologia (TT) que leva ao desenvolvimento e ao empreendedorismo, nos âmbito
local, regional, nacional e internacional, nas diversas áreas do conhecimento.
O Projeto - Na locomoção do ser humano, ele se utiliza de vários
sistemas articulados, que são as articulações dos membros superiores e
inferiores, e de barras que são toda a extensão dos ossos. Esses dois elementos
em conjunto constituem em sistema mecânico de mobilidade. Nesta pesquisa, buscou-se referenciais
teóricos para dar suporte à proposta de se criar um dispositivo que facilitasse
o acesso de pessoas com nanismo em um ambiente que se observe um nível de
dificuldade de acesso maior para as mesmas. Esse mecanismo trabalha como uma extensão dos membros humano, auxiliando um indivíduo
de baixa estatura a ter acesso a um mobiliário muito comumente utilizado e que
integra parte de outros tipos de mobiliário, as prateleiras de mão francesa.
Para realizar a movimentação vertical deste tipo de prateleira, chegamos à
conclusão de que o mecanismo mais adequado a este tipo de movimento é um
mecanismo de grau de mobilidade dois.
Sustentabilidade na construção civil: benefícios ambientais e econômicos
A
palavra “sustentabilidade” é, sem dúvida, uma das mais faladas e
comentadas neste novo milênio e, não por acaso, esse conceito tem
invadido as mais diversas áreas do conhecimento e setores da economia.
Na construção civil, a partir da utilização de novos materiais que gerem
o menor impacto possível ao meio ambiente e contribuam para o conforto
térmico ou a redução do consumo de energia, não é diferente, e há
inúmeros exemplos de novos materiais e tecnologias com essa finalidade.
Uma das inovações resultantes de pesquisa são os Materiais de Mudança de Fase
(PCM, na sigla em inglês), ou materiais termo-ativos, que atuam no
isolamento térmico e armazenamento de energia, por meio da utilização de
parafinas microencapsuladas que podem ser dispersas em rebocos de
revestimento, a fim de garantir o conforto térmico e reduzir o consumo
de energia nas edificações. Isso é possível a partir do acúmulo
energético da fusão das parafinas. Para Vanessa Gomes, professora da
Faculdade de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp), essa tecnologia, atualmente, apresenta ganhos ambientais e
econômicos. “Ela começou muito cara, mas já há pesquisas que conseguem
baratear os custos”, aponta.
Outro exemplo de como a sustentabilidade pode trazer benefícios ao meio ambiente urbano e a seus habitantes são as coberturas verdes,
construções em que as tradicionais coberturas de telhas são
substituídas por vegetação. Esse tipo de construção proporciona o
combate às ilhas de calor urbano, absorvendo gases do efeito estufa
emitidos por veículos e melhorando a qualidade do ar nos centros
urbanos; diminui parte das águas de chuva que poderiam alagar bueiros; e
torna-se habitat para pássaros e borboletas. Os “tetos verdes”, como o
da foto abaixo, são uma febre em países de primeiro mundo e têm sido
utilizados em larga escala nos Estados Unidos e na Alemanha. “Existem
áreas do Brasil que podem ser muito apropriadas à utilização de
coberturas verdes. Elas ajudam a combater enchentes e outros problemas
ocasionados por temporais, pois não são impermeáveis”, explica a
pesquisadora da Unicamp.
Copa do Mundo “verde”
Não
é apenas nas construções residenciais que o conceito de
sustentabilidade veio para ficar. Para sediar a Copa do Mundo de 2014, o
Brasil deve seguir uma série de normas estabelecidas pela Fifa, como,
entre outras coisas, a construção e a reforma dos estádios para que eles
estejam de acordo com o ideal de uma competição “verde”, ou seja,
ecologicamente correta e que gere o menor impacto ambiental possível.
Entretanto, os altos custos estipulados para as reformas e as
construções desses estádios têm gerado questionamentos sobre a
viabilidade dos projetos. E também há quem critique o oportunismo do
marketing dos megaeventos. “Temos que pensar que, ao cuidar do planeta,
estamos cuidando de nós mesmos e reduzindo inclusive os gastos que
teremos no futuro. Eventos como Olimpíadas ou a Copa do Mundo não devem
ser vistos como uma oportunidade de utilização de tecnologias mais
sustentáveis. Essa atitude deve estar presente no nosso dia a dia”,
defende José Kós, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Alguns
estádios utilizarão energias limpas, como a eólica (do vento) e a
solar. Em outros, serão utilizadas as águas das chuvas para a limpeza
dos estádios, a irrigação dos gramados e nas torres de resfriamento do
ar-condicionado. O estádio da Fonte Nova, em Salvador, por exemplo, terá
um sistema para tratar o esgoto de pias e chuveiros, reaproveitando a
água tratada e gerando, desse modo, economia. No Mineirão, em Belo
Horizonte, serão usados plásticos reaproveitáveis e placas de madeira
recicladas ou de reflorestamento para reformar a parte interna. Com
essas iniciativas, a Fifa pretende consolidar o conceito de estádios
“autossustentáveis”.
Gomes, da Unicamp, aponta para as qualidades da construção desses estádios “verdes”,
entre elas a reutilização de água e a economia de energia. Ela acredita
ainda que o legado deixado pelas construções desses estádios será
positivo, pois eles poderão ser reutilizados no futuro, trarão
benefícios para o país e o meio ambiente e servirão de exemplo para a
construção de outras edificações. “Quando a gente pensa nesses grandes
eventos mundiais, tem-se que pensar no legado que vai ficar. Se a gente
olhar historicamente, a Copa e as Olimpíadas representam uma forma de
reinvenção urbana. Deve-se considerar que a cidade vai utilizar essas
coisas depois. É uma oportunidade para se antecipar em décadas, por
exemplo, o sistema de transporte urbano, e enxergar que as construções
trarão benefícios para a coletividade, para a sociedade”, conclui.
Economia e meio ambiente
Vanessa
Gomes relembra os primórdios das discussões sobre questões ambientais
para explicar que a economia e o meio ambiente devem andar juntos quando
o assunto é a utilização de tecnologias que minimizem os impactos ao
meio ambiente. “As primeiras conversas sobre o assunto meio ambiente
foram claramente relacionadas à energia, impulsionadas pela falta do
petróleo. Tinha uma questão econômica muito presente no consumo de
energia. A Conferência das Nações Unidas sobre o Homem e o Meio
Ambiente, que aconteceu em Estocolmo, em 1972, deixou claro que, além do
desenvolvimento econômico, era preciso pensar na questão ambiental”,
reforça. Ela lembra que a temática “construção civil” esteve presente em
outras duas conferências das Nações Unidas, no Rio de Janeiro, em 1992,
e em Joanesburgo, em 2002.
José
Kós, da UFRJ, concorda que o meio ambiente e os aspectos econômicos
devem sempre caminhar juntos. “É muito mais caro limpar do que não
sujar, em curto, médio e longo prazos. Mais importante do que
implementar soluções tecnológicas ditas mais sustentáveis é alterar
nossos hábitos e nossa visão do que é sustentável”, explica. “A
construção civil é, atualmente, e especialmente em países como o Brasil,
um dos ramos de maior potencial na redução do impacto ambiental. Isso
porque existem muitas possibilidades de evolução tecnológica e de
comportamento, para uma relação melhor com o meio ambiente e que também
geram economia nas contas no final do mês”, avalia.
De
acordo com a pesquisadora da Unicamp, o principal papel do marketing
verde na construção civil está na conscientização. “Ele pode ter um
papel educativo capaz de esclarecer ao consumidor leigo que existem
mecanismos que podem ser aplicados para aumentar a sustentabilidade de
um determinado empreendimento sem adicionar custos”, afirma Gomes.
Contudo, a pesquisadora diz que é preciso ficar atento, pois a questão
da sustentabilidade está sendo banalizada. “Às vezes o pessoal do
marketing utiliza informações equivocadas, que confundem propositalmente
o consumidor, criando a chamada ‘maquiagem verde’”, alerta. Kós, da
UFRJ, acredita que o marketing verde pode contribuir para reduzir os
impactos que causamos ao meio ambiente, mas pondera: “Ele não é a
solução que necessitamos para obter resultados concretos”.
Mas,
afinal, como essas ideias sustentáveis têm penetrado no mercado? De
acordo com Gomes, da Unicamp, uma pesquisa envolvendo vários países
concluiu que 18% dos consumidores aceitariam pagar a mais por produtos
sustentáveis. “No Brasil, quando se fala que vai custar mais caro, a
adesão é menor de pessoas que vão optar pelas tecnologias sustentáveis”,
complementa. Porém, ela comenta que, quando se explica os benefícios
ambientais e nos casos em que o valor é o mesmo das construções
convencionais, as pessoas costumam aderir a essas tecnologias. “Tudo
depende do nível de sensibilização do consumidor. Se ele estiver
esclarecido e sensibilizado, ele aceitará bem”, aponta.
Grandes
eventos dedicados a arquitetura, decoração e paisagismo têm sido
espaços significativos para esse tipo de sensibilização. Em 2009, no
Casa Cor Campinas, as arquitetas Renata Marangoni e Eloisa Kempter
apresentaram o projeto de uma casa infantil sustentável, a “Casa Sapo”,
utilizando apenas materiais reciclados ou recicláveis. Para realizar o
projeto, elas usaram madeira reciclada no piso, telhas de fibra
vegetal na cobertura da casa e caixas Tetrapack no revestimento.
“Casa Sapo”. Foto: Roberta Tojal
As certificações verdes
O
consumidor tem como saber se um projeto é de fato sustentável ou se o
marketing verde o está levando a comprar “gato por lebre”? Segundo
Gomes, da Unicamp, há algumas formas de se atestar que determinado
material utilizado na construção é sustentável ou não. Um modo de saber
os impactos ambientais de um certo material é analisando o seu ciclo de
vida. “Você deve colocar na ponta do lápis desde a extração de material
até a implementação nas construções e a vida útil que eles têm. É
preciso ver também quais foram os impactos para produção de um certo
material”, explica.
Outras
formas eficientes de certificar a sustentabilidade ou não dos materiais
é através das normas ISO. “Esse selo é o ideal porque, mesmo que o
público leigo não entenda, os projetistas vão saber o que é melhor em
termos de sustentabilidade e saberão como melhor utilizar um determinado
material. Isso é fundamental para orientar um projeto”, acredita.
Todavia, na opinião de Kós, da UFRJ, é preciso aumentar o leque de
informações aos usuários. “A certificação de materiais não possui a
profundidade ou mesmo o alcance necessários”, afirma. Vale salientar
que, no Brasil, certifica-se que determinada construção é ou não
sustentável a partir do selo LEED (Leadership in Energy and
Environmental Design), concedido pelo Green Building Council (GBC) Brasil.
Fonte:Carolina Octaviano - 10/10/2010 - Site: http://www.comciencia.br
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