Ainda em estudos, a pele arquitetônica tem como proposta funcionar como a
pele de nosso corpo: flexível, sensível, regulando a temperatura
interna de acordo com o ambiente externo, gerando conforto e aumentando a
eficiência energética da edificação.
Através de algoritmos computacionais, os cientistas estão estudando
células vivas e sua capacidade de modificação com gasto mínimo de
energia para adaptar suas formas a tecidos artificiais (desenho
bio-mimético) que possam recobrir um edifício todo. Assim a edificação
poderá responder automaticamente a fatores ambientais, como temperatura
externa, umidade, radiação solar e luz. Seria como um organismo vivo!
A multidisciplinaridade dos estudos científicos e o uso de desenhos,
estruturas e sistemas inspirados na natureza são a grande esperança para
termos uma arquitetura viva, bioclimática, integrada ao ambiente,
gerando conforto aos usuários e gastando pouca energia.
Fonte: Vanessa Mendes Argenta - site: http://www.coletivoverde.com.br

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